"Ser feminista não é querer ser igual aos homens ou melhor que eles. Ser feminista é lutar para que todas as mulheres terem a sua dignidade profissional, como mãe, filha e principalmente com toda a essência de ser mulher, uma pessoa que mistura a sensibilidade com a astúcia, mistura a garra com a meiguice. Muitos não entendem que é possível ser FEMININA e ao mesmo tempo FEMINISTA. Não
queremos roubar o espaço do homem, queremos ter o espaço só nosso e ser valorizada por isso. Parabéns mulheres FEMINISTAS e FEMININAS deste país."
Parabéns pelo nosso dia MULHERES, sempre lutamos por uma sociedade mais justa, sempre enfrentamos todos os preconceitos, angústias e decepções. Já ganhamos diversas lutas, muitas batalhas mas a cada dia nos deparamos por muitos obstáculos. Em 80 anos conseguimos o direito de votar, conseguimos o nossso direito de casar somente com quem queremos ( ou não casar), conseguimos o direito de ter a profissão que desejamos, conseguimos o direito de decidir quando podemos engravidar, através dos métodos anticoncepcionais, conseguimos ter uma participação maior em uma relação a dois. A nós mulheres digo que a luta nunca termina, cada vez mais precisamos de espaço, muitas vitórias tivemos mas há muito para ser conquistado. Vamos em frente e novamente PARABÉNS MULHERES GUERREIRAS, que não deixam se abater com os problemas corriqueiros.
sexta-feira, 9 de março de 2012
Dia Internacional da Mulher
Professora conta a história do Dia Internacional das Mulheres
Por Haidê Silva, professora da EE João Martins
O Dia Internacional da Mulher, comemorado em 08 de março, tem como origem as manifestações das mulheres russas por melhores condições de vida e trabalho e contra a entrada de seu país na Primeira Guerra Mundial. Tais manifestações marcaram o inicio da Revolução de 1917. No entanto, a ideia de celebrar um dia da mulher já havia surgido desde os primeiros anos do século XX, nos Estados Unidos e na Europa, no contexto das lutas das mulheres por melhores condições de vida e trabalho e também pelo direito de votar.
Ainda nesse contexto, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado até a década de 1920. Depois disso, a data ficou esquecida por um longo tempo, sendo recuperada pelo movimento feminista, somente na década de 1960.
Atualmente, a celebração do Dia Internacional da Mulher perdeu parcialmente o seu sentido original, adquirindo um caráter festivo e comercial, pois nessa data, os empregadores, sem pretender evocar o espírito das operárias grevistas, costumam distribuir rosas vermelhas ou pequenos mimos entre suas empregadas.
Ao ser criada uma data específica para o Dia Internacional da Mulher, não se pretendia apenas comemorar. Na maioria dos países, realizam-se conferências, debates e reuniões cujo objetivo é discutir o papel da mulher na sociedade atual. O esforço é para tentar diminuir e, quem sabe um dia terminar, com o preconceito e a desvalorização da mulher. Mesmo com todos os avanços, elas ainda sofrem, em muitos locais, com salários baixos, violência masculina, jornada excessiva de trabalho e desvantagens na carreira profissional. Muito foi conquistado, mas muito ainda há para ser modificado nesta história.
No dia 24 de fevereiro de 1932 as mulheres brasileiras conquistaram, depois de muitos anos de reivindicações e discussões, o direito de votar e de serem eleitas para cargos no poder Executivo e Legislativo. Esta data é, portanto, um marco na história da mulher brasileira.
Em 1975, a Organização das Nações Unidas (ONU) oficializou o dia 08 de março como o Dia Internacional da Mulher. A fixação da data é o reconhecimento de um longo processo de lutas, organização e conscientização das mulheres, mas também de toda a sociedade, na maior parte do mundo. Ao longo dos anos, muitas têm sido as vitórias das mulheres: conquistaram direitos como o de freqüentar escolas, votar e se candidatar a cargos políticos, praticar esportes e representar o país em competições esportivas, entre outros. Também foram criadas delegacias de proteção à mulher e campanhas direcionadas à saúde da mulher.
No Brasil, atualmente, há mais mulheres que homens e elas ocupam cada vez mais espaço no mercado de trabalho, e já são responsáveis pelo sustento de 24,9% dos domicílios brasileiros. No que diz respeito à igualdade entre homens e mulheres, apesar de erradicadas as disparidades no que se refere à educação e saúde, nenhum país possui igualdade total entre homens e mulheres. E os pontos mais problemáticos continuam a ser a oportunidade profissional e econômica e a participação política.
No Brasil, por exemplo, existem três grandes obstáculos: o abismo salarial entre os dois sexos, os poucos cargos políticos ocupados por mulheres e a desigualdade no acesso à educação. As mulheres ocupam a maioria dos bancos das universidades e estudam mais que os homens, mas em termos proporcionais, ingressam menos que eles no Ensino Fundamental. A participação política também é desigual, pois apesar de mais da metade da população ser do sexo feminino, no Poder Legislativo a média de mulheres é de apenas 12%.
No que se refere a conquistas nas leis, o movimento das mulheres pela igualdade tem obtido, ao longo da história, avanços graduais e constantes. No Brasil, o primeiro marco, já referido anteriormente, foi o ano de 1932, ocasião em que se estendeu a mulher o direito ao voto. Em 1988, veio a maior conquista, pois a Constituição Federal consagrou pela primeira vez na história do país a igualdade de gênero como direito fundamental. E em 2002, o Novo Código Civil consolidou as mudanças constitucionais.
Portanto, no que diz respeito ao aspecto legal, não há nada que possa obstruir a igualdade de gênero no país e então, podemos concluir que o que tem impedido que ela aconteça na prática é a barreira cultural, que impede a ascensão feminina a altos cargos nas empresas e no governo, especialmente em áreas não relacionadas à saúde, educação ou assistência social, campos tradicionalmente reservados às mulheres.
Ainda a respeito de leis, a Lei 11.340, de 7 de agosto de 2006, mais conhecida como Lei Maria da Penha, é responsável por mudanças importantes relacionadas aos direitos da mulher, como por exemplo, o aumento no rigor das punições às agressões contra a mulher no âmbito doméstico ou familiar.
Essa lei cria mecanismo para inibir a violência doméstica e familiar contra a mulher, trata da criação dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher e altera o Código de Processo Penal, o Código Penal e a Lei de Execução Penal, entre outras coisas.
A Lei Maria da Penha tornou possível que agressores de mulheres no âmbito doméstico ou familiar sejam presos em flagrante ou tenham sua prisão preventiva decretada. Esses agressores também não podem mais ser punidos com penas alternativas, e o tempo máximo de detenção passou de um para três anos. Além disso, a lei prevê medidas como a saída do agressor do domicílio e a proibição de sua aproximação da mulher agredida e dos filhos.
Para finalizar, faremos nossas as palavras da socióloga Eva Alterman Blay, professora da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo e coordenadora do Núcleo de Estudos da Mulher e Relações de Gênero (NEMGE), para quem o dia 08 de março tornou-se uma data um tanto festiva, com flores e bombons para uns, mas para outros, é relembrada sua origem marcada por fortes movimentos de reivindicação política, trabalhista, greves, passeatas e muita perseguição policial. É, portanto, uma data que simboliza a busca de igualdade social entre homens e mulheres, em que as diferenças biológicas sejam respeitadas, mas não sirvam de pretexto para subordinar e inferiorizar a mulher.
Nesse contexto, devemos considerar que hoje, sem sombra de dúvidas, a data é mais que um simples dia de comemoração ou de lembranças. É, na verdade, uma inegável oportunidade para o mergulho consciente nas mais profundas reflexões sobre a situação da mulher: sobre seu presente concreto, seus sonhos, seu futuro real. É dia para pensar, repensar e organizar as mudanças em benefício da mulher e, conseqüentemente, de toda a sociedade. Os outros 364 dias do ano são, certamente, para realizá-las.
Então, à luta companheiras! À luta por educação, trabalho qualificado e remunerado, pois estas são as vias privilegiadas para a conquista da autonomia que nos possibilita realizar escolhas e decidir por nós mesmas os rumos de nossas vidas!
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Haidê Silva é Dra. pela Universidade São Paulo e professora do estado de São Paulo e do município de São Paulo. Atualmente é conselheira regional da Apeoesp Taboão da Serra
Por Haidê Silva, professora da EE João Martins
O Dia Internacional da Mulher, comemorado em 08 de março, tem como origem as manifestações das mulheres russas por melhores condições de vida e trabalho e contra a entrada de seu país na Primeira Guerra Mundial. Tais manifestações marcaram o inicio da Revolução de 1917. No entanto, a ideia de celebrar um dia da mulher já havia surgido desde os primeiros anos do século XX, nos Estados Unidos e na Europa, no contexto das lutas das mulheres por melhores condições de vida e trabalho e também pelo direito de votar.
Ainda nesse contexto, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado até a década de 1920. Depois disso, a data ficou esquecida por um longo tempo, sendo recuperada pelo movimento feminista, somente na década de 1960.
Atualmente, a celebração do Dia Internacional da Mulher perdeu parcialmente o seu sentido original, adquirindo um caráter festivo e comercial, pois nessa data, os empregadores, sem pretender evocar o espírito das operárias grevistas, costumam distribuir rosas vermelhas ou pequenos mimos entre suas empregadas.
Ao ser criada uma data específica para o Dia Internacional da Mulher, não se pretendia apenas comemorar. Na maioria dos países, realizam-se conferências, debates e reuniões cujo objetivo é discutir o papel da mulher na sociedade atual. O esforço é para tentar diminuir e, quem sabe um dia terminar, com o preconceito e a desvalorização da mulher. Mesmo com todos os avanços, elas ainda sofrem, em muitos locais, com salários baixos, violência masculina, jornada excessiva de trabalho e desvantagens na carreira profissional. Muito foi conquistado, mas muito ainda há para ser modificado nesta história.
No dia 24 de fevereiro de 1932 as mulheres brasileiras conquistaram, depois de muitos anos de reivindicações e discussões, o direito de votar e de serem eleitas para cargos no poder Executivo e Legislativo. Esta data é, portanto, um marco na história da mulher brasileira.
Em 1975, a Organização das Nações Unidas (ONU) oficializou o dia 08 de março como o Dia Internacional da Mulher. A fixação da data é o reconhecimento de um longo processo de lutas, organização e conscientização das mulheres, mas também de toda a sociedade, na maior parte do mundo. Ao longo dos anos, muitas têm sido as vitórias das mulheres: conquistaram direitos como o de freqüentar escolas, votar e se candidatar a cargos políticos, praticar esportes e representar o país em competições esportivas, entre outros. Também foram criadas delegacias de proteção à mulher e campanhas direcionadas à saúde da mulher.
No Brasil, atualmente, há mais mulheres que homens e elas ocupam cada vez mais espaço no mercado de trabalho, e já são responsáveis pelo sustento de 24,9% dos domicílios brasileiros. No que diz respeito à igualdade entre homens e mulheres, apesar de erradicadas as disparidades no que se refere à educação e saúde, nenhum país possui igualdade total entre homens e mulheres. E os pontos mais problemáticos continuam a ser a oportunidade profissional e econômica e a participação política.
No Brasil, por exemplo, existem três grandes obstáculos: o abismo salarial entre os dois sexos, os poucos cargos políticos ocupados por mulheres e a desigualdade no acesso à educação. As mulheres ocupam a maioria dos bancos das universidades e estudam mais que os homens, mas em termos proporcionais, ingressam menos que eles no Ensino Fundamental. A participação política também é desigual, pois apesar de mais da metade da população ser do sexo feminino, no Poder Legislativo a média de mulheres é de apenas 12%.
No que se refere a conquistas nas leis, o movimento das mulheres pela igualdade tem obtido, ao longo da história, avanços graduais e constantes. No Brasil, o primeiro marco, já referido anteriormente, foi o ano de 1932, ocasião em que se estendeu a mulher o direito ao voto. Em 1988, veio a maior conquista, pois a Constituição Federal consagrou pela primeira vez na história do país a igualdade de gênero como direito fundamental. E em 2002, o Novo Código Civil consolidou as mudanças constitucionais.
Portanto, no que diz respeito ao aspecto legal, não há nada que possa obstruir a igualdade de gênero no país e então, podemos concluir que o que tem impedido que ela aconteça na prática é a barreira cultural, que impede a ascensão feminina a altos cargos nas empresas e no governo, especialmente em áreas não relacionadas à saúde, educação ou assistência social, campos tradicionalmente reservados às mulheres.
Ainda a respeito de leis, a Lei 11.340, de 7 de agosto de 2006, mais conhecida como Lei Maria da Penha, é responsável por mudanças importantes relacionadas aos direitos da mulher, como por exemplo, o aumento no rigor das punições às agressões contra a mulher no âmbito doméstico ou familiar.
Essa lei cria mecanismo para inibir a violência doméstica e familiar contra a mulher, trata da criação dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher e altera o Código de Processo Penal, o Código Penal e a Lei de Execução Penal, entre outras coisas.
A Lei Maria da Penha tornou possível que agressores de mulheres no âmbito doméstico ou familiar sejam presos em flagrante ou tenham sua prisão preventiva decretada. Esses agressores também não podem mais ser punidos com penas alternativas, e o tempo máximo de detenção passou de um para três anos. Além disso, a lei prevê medidas como a saída do agressor do domicílio e a proibição de sua aproximação da mulher agredida e dos filhos.
Para finalizar, faremos nossas as palavras da socióloga Eva Alterman Blay, professora da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo e coordenadora do Núcleo de Estudos da Mulher e Relações de Gênero (NEMGE), para quem o dia 08 de março tornou-se uma data um tanto festiva, com flores e bombons para uns, mas para outros, é relembrada sua origem marcada por fortes movimentos de reivindicação política, trabalhista, greves, passeatas e muita perseguição policial. É, portanto, uma data que simboliza a busca de igualdade social entre homens e mulheres, em que as diferenças biológicas sejam respeitadas, mas não sirvam de pretexto para subordinar e inferiorizar a mulher.
Nesse contexto, devemos considerar que hoje, sem sombra de dúvidas, a data é mais que um simples dia de comemoração ou de lembranças. É, na verdade, uma inegável oportunidade para o mergulho consciente nas mais profundas reflexões sobre a situação da mulher: sobre seu presente concreto, seus sonhos, seu futuro real. É dia para pensar, repensar e organizar as mudanças em benefício da mulher e, conseqüentemente, de toda a sociedade. Os outros 364 dias do ano são, certamente, para realizá-las.
Então, à luta companheiras! À luta por educação, trabalho qualificado e remunerado, pois estas são as vias privilegiadas para a conquista da autonomia que nos possibilita realizar escolhas e decidir por nós mesmas os rumos de nossas vidas!
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Haidê Silva é Dra. pela Universidade São Paulo e professora do estado de São Paulo e do município de São Paulo. Atualmente é conselheira regional da Apeoesp Taboão da Serra
domingo, 30 de outubro de 2011
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Aula orientação- Trabalho sobre a Desigualdade Social de Osasco
Bom dia,
Segue o link para o início da pesquisa sobre os dados de exclusão da cidade de Osasco.
http://www.osasco.sp.gov.br/arquivos/21/osascomiolo_novo.pdf
Neste link localize os índices de Escolaridade, Emprego, Violência, Programas Sociais, Transporte e Lazer dos bairros que deverão ser analisados.
As outras fontes de pesquisa são: http://www.seade.gov.br/
http://www.ibge.gov.br/home/
http://www.portal.osasco.sp.gov.br/
Anote todos os dados obtidos no seu caderno ou envie para o seu e-mail. Lembre-se que o trabalho final deverá ser apresentado em slides ( Power Point 2010)
Atenciosamente,
Profª Sandra Jardim
Segue o link para o início da pesquisa sobre os dados de exclusão da cidade de Osasco.
http://www.osasco.sp.gov.br/arquivos/21/osascomiolo_novo.pdf
Neste link localize os índices de Escolaridade, Emprego, Violência, Programas Sociais, Transporte e Lazer dos bairros que deverão ser analisados.
As outras fontes de pesquisa são: http://www.seade.gov.br/
http://www.ibge.gov.br/home/
http://www.portal.osasco.sp.gov.br/
Anote todos os dados obtidos no seu caderno ou envie para o seu e-mail. Lembre-se que o trabalho final deverá ser apresentado em slides ( Power Point 2010)
Atenciosamente,
Profª Sandra Jardim
sábado, 28 de maio de 2011
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Aula de observação ( sites do IBGE e SEADE)
Bom dia caros alunos,
A tarefa de hoje está direcionada as seguintes turmas: 2ºA e 2ºB. O objetivo desta atividade é apresentar os sites dos dois institutos de pesquisa mais fundamentais da nossa sociedade. Estes institutos realizam as pesquisas de diversos dados socioeconômicos, sociocultural, qualidade de vida e o censo demográfico.
Os pesquisadores do IBGE ( Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e Fundação SEADE ( Sistema Estadual de Análise de Dados)devem apresentar a diversidade brasileira em vários aspectos para toda a população com o intuito de possibilitar a elaboração e execução de políticas públicas que possuem o objetivo de melhorar a qualidade de vida de todos os brasileiros, mas obviamente com o apoio de governantes responsáveis.
Observação: Faça esta atividade em dupla ou no máximo três pessoas.
Segue abaixo o roteiro para a atividade 1:
1º passo: Acesse o site http://www.ibge.gov.br/
2º passo: Clique no ícone População. Em seguida no link Censo Demográfico e Censo 2010.
3º passo: Clique em Tabelas ( em formato PDF);População por município; Escolha São Paulo e logo em seguida a cidade de Osasco.
Anote todos os dados da tabela referentes a cidade de Osasco.
Segue abaixo o roteiro para a atividade 2:
1º passo: Acesse o site http://www.seade.gov.br
2º passo: Resume a função da Fundação Seade no Estado de São Paulo.
3ºpasso: Analise as taxas anuais de migração do Estado de São Paulo.
Envie todas as informações coletadas para o seguinte endereço eletrônico:
jardim.sandra@gmail.com
Boa sorte e qualquer dúvida comunique.
Profª Sandra Jardim
A tarefa de hoje está direcionada as seguintes turmas: 2ºA e 2ºB. O objetivo desta atividade é apresentar os sites dos dois institutos de pesquisa mais fundamentais da nossa sociedade. Estes institutos realizam as pesquisas de diversos dados socioeconômicos, sociocultural, qualidade de vida e o censo demográfico.
Os pesquisadores do IBGE ( Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e Fundação SEADE ( Sistema Estadual de Análise de Dados)devem apresentar a diversidade brasileira em vários aspectos para toda a população com o intuito de possibilitar a elaboração e execução de políticas públicas que possuem o objetivo de melhorar a qualidade de vida de todos os brasileiros, mas obviamente com o apoio de governantes responsáveis.
Observação: Faça esta atividade em dupla ou no máximo três pessoas.
Segue abaixo o roteiro para a atividade 1:
1º passo: Acesse o site http://www.ibge.gov.br/
2º passo: Clique no ícone População. Em seguida no link Censo Demográfico e Censo 2010.
3º passo: Clique em Tabelas ( em formato PDF);População por município; Escolha São Paulo e logo em seguida a cidade de Osasco.
Anote todos os dados da tabela referentes a cidade de Osasco.
Segue abaixo o roteiro para a atividade 2:
1º passo: Acesse o site http://www.seade.gov.br
2º passo: Resume a função da Fundação Seade no Estado de São Paulo.
3ºpasso: Analise as taxas anuais de migração do Estado de São Paulo.
Envie todas as informações coletadas para o seguinte endereço eletrônico:
jardim.sandra@gmail.com
Boa sorte e qualquer dúvida comunique.
Profª Sandra Jardim
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Sobre o Natal
Respeito todos que consideram o Natal uma data especial, repleta de amor, de fraternidade. Para mim, o Natal não deixa de ser a data mais comercial do ano, onde as pessoas ficam desesperadas para comprar, consumir e se endividar.
É uma data cristã, digna de muita sabedoria e ritualidade mais que deixou há muito tempo de ser um feriado de reflexão espiritual.
A começar pela figura patética do papai noel, da árvore de natal, das luzes. Isso só serve para aumentar o desejo compulsivo pelo consumo.
Mas millhares de pessoas gostam de se enganar, gostam de buscar em um único dia todas as respostas para sua vida, logicamente algo em vão. Enfim, vamos respeitar esta data, ficar neste rolo da hipocrisia e da alienação, buscar uma felicidade que está além de nossos anseios, das nossas angústias.
É uma data cristã, digna de muita sabedoria e ritualidade mais que deixou há muito tempo de ser um feriado de reflexão espiritual.
A começar pela figura patética do papai noel, da árvore de natal, das luzes. Isso só serve para aumentar o desejo compulsivo pelo consumo.
Mas millhares de pessoas gostam de se enganar, gostam de buscar em um único dia todas as respostas para sua vida, logicamente algo em vão. Enfim, vamos respeitar esta data, ficar neste rolo da hipocrisia e da alienação, buscar uma felicidade que está além de nossos anseios, das nossas angústias.
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