segunda-feira, 23 de março de 2015

Palestra com o Professor Dr. Mário Sérgio Cortella

No último dia 9 de março, a Diretoria Regional de Ensino de Osasco, teve a honra de receber o Escritor e Professor da PUC-SP Mário Sérgio Cortella para o evento " Mudar é complicado? Acomodar é perecer!" A palestra foi uma valiosa parceria com a ETEC Osasco II, representada pelo diretor Wellington Rascio da Silva.

Contamos com a presença dos diretores, coordenadores pedagógicos, PMEC e professores de Sociologia e Filosofia das 52 escolas estaduais de Osasco. Foi um evento muito importante que marca o início de nosso trabalho em 2015, sempre com perspectivas de mudanças positivas e formação dos nossos profissionais da educação.
A mesa de abertura foi composta pela Dirigente Regional de Ensino, Sra. Irene Machado Pantelidakis,a ex-dirigente de ensino da DE Osasco, Profª Nilcéa Fátima Stella de Almeida,  o Diretor da ETEC Osasco II, professor Wellington Rascio da Silva, a diretora de Supervisão do Centro Paula Souza, Sra. Sonia, o PCNP de Sociologia da DE Osasco, Prof. Erick e a PCNP de Projetos Especiais e organizadora do evento Profª Sandra Jardim.
Agradeço todos da DE Osasco e a equipe da ETEC Osasco II que contribuíram para a realização deste evento que contou com a presença de 600 pessoas.





segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Relação entre professores e alunos nas redes sociais impõe desafios a pais e instituições de ensino

Plataformas podem servir de apoio na educação, mas especialistas afirmam que regras têm de ser claras para evitar situações em que o excesso de intimidade seja prejudicial, especialmente a estudantes mais jovens.

Por Lucas Soares
A relação entre professores e alunos nas redes sociais pode ser vista como um espaço cuja linha que limita o lado pessoal do profissional é bastante tênue. Se por um lado, essas plataformas podem servir de apoio na educação, por outro, o nível de relacionamento virtual pode ganhar contornos de intimidade não muito apropriados.
A prisão do professor Gustavo Montalvão Freixo, acusado de oferecer drogas a estudantes e de ter estuprado uma de suas alunas em uma suposta 'aula extra', acendeu um alerta. Era pelo Facebook que ele ganhava a confiança dos estudantes.
Para especialistas, o fato é isolado, e há um número muito maior de bons exemplos do uso da rede. Como a maioria dos colégios, o tradicional Santo Agostinho, no Rio, não conta com uma cartilha formal para tratar do assunto. No entanto, a escola desenvolveu um ambiente online próprio em que professores disponibilizam material pedagógico e tiram dúvidas dos alunos.
Segundo Regina Diaz, que coordena o Ensino Médio, o objetivo é trazer a sala de aula para o mundo virtual num espaço supervisionado. Mesmo assim, isso não evita situações delicadas em outras redes sociais. Nas últimas eleições, por exemplo, ânimos algumas vezes se exaltaram, mas, segundo Regina, cada caso foi resolvido de forma isolada.
Na ausência de diretrizes bem definidas para este tipo de relacionamento, professores populares no mundo virtual adotam suas próprias regras. Thiago Viana dá aulas numa escola pública da Zona Oeste do Rio para crianças do ensino fundamental. Nas contas dele, mais da metade dos amigos que tem no Facebook é de alunos e ex-alunos. Thiago afirma sempre pensar duas vezes no que posta, já que o perfil é acessado por centenas de alunos.
A professora de inglês Marcela Vencovsky vivencia os dois lados: além de lecionar e ter diversos alunos em suas redes sociais, é mãe de três jovens. Ela conta que sempre monitora as redes dos filhos e que quando eles eram mais novos, ela até tinha as senhas das contas. Marcela diz não ver problema no fato de eles manterem contato com professores na internet, e acredita que esta relação é, inclusive, benéfica para eles.
A psicóloga e coordenadora do canal de ajuda para crianças e adolescentes da ONG Safernet, Juliana Cunha, acredita que as escolas precisam antecipar esta discussão e estabelecer regras bem claras no convívio entre professores e alunos no ambiente virtual. Ela destaca que, acima de tudo, o professor precisa ter a consciência de que representa uma autoridade e, por isso, é modelo para os estudantes.
Segundo a especialista, é preciso que o uso de qualquer recurso, inclusive das redes sociais, seja fundamentado por um projeto pedagógico. Para ela, o uso é válido, mas os pais precisam estar cientes do que é compartilhado nestes espaços.
Era pelas redes sociais que o professor Gustavo Montalvão Freixo, preso esta semana, ganhava a confiança dos estudantes (Crédito: reprodução)Era pelas redes sociais que o professor Gustavo Montalvão Freixo, preso esta semana, ganhava a confiança dos estudantes
(Crédito: reprodução)


Fonte: http://cbn.globoradio.globo.com/

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Data de Apresentação de Seminário- 2ºs anos

 Olá pessoas, segue a data de apresentação de seminários sobre Tribos Urbanas e Comunicação de Massa

2°A

Apresentação: 05/06
Grupo A
Temas: Jornal e Movimento Punk

Grupo B
Temas: Cinema e Skinheads

Grupo C
Temas: Rádio e Hip- Hop

Apresentação: 06/06
Grupo D
Temas: Televisão e Góticos

Grupo E
Internet e Reggae

Grupo F
Cinema e Straight Edge

2°B
Apresentação: 10/06

Grupo A
Internet e Skinheads

Grupo B
Cinema e Movimento Hippie

Grupo C
Internet e Movimento Hip-Hop

Grupo D
Televisão e Movimento Emocore







segunda-feira, 27 de maio de 2013

Datas de Dramatização 1ºs anos

 Olá pessoas,
 Segue a data da apresentação das dramatizações de Sociologia.

Bjitos

Profª Sandra Jardim

1ºA- 06/06
1ºB- 06/06
1ºC- 06/06
1°D-12/06

Temas para a Dramatização:

Cena 1: Sala de Aula
Cena 2: Sala de professores
Cena 3: Loja ou Lanchonete
Cena 4: Festa
Cena 5: Lan House
Cena 6: Entrevista de Emprego

O grupo poderá usar a apostila volume 2 como auxílio na elaboração de roteiro.

Importante a elaboração de roteiro, cenário e figurino próprio.

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Conquista do voto feminino

Há 81 anos...O voto feminino no Brasil foi assegurado, após intensa campanha nacional pelo direito das mulheres ao voto, fruto de uma longa luta, iniciada antes mesmo da Proclamação da República.

Foram muitas as mulheres que lutaram pela conquista deste direito: Julia Barbosa, Bertha Lutz, Leolinda Daltro, Celina Vianna, Nathércia da Cunha Silveira, Antonietta de Barros, Almerinda Gama, Jerônima Mesquita, Maria Luisa Bittencourt, Alzira Teixeira Soriano, Carlota Pereira de Queiroz, Josefina Álvares de Azevedo, Carmen Portinho, Elvira Komel, Amélia Bevilacqua, Isabel de Sousa Matos e diversas outras mulheres que participaram de tão importante conquista.

Gratidão!
Via A lanterna

Foram muitas as mulheres que lutaram pela conquista deste direito: Julia Barbosa, Bertha Lutz, Leolinda Daltro, Celina Vianna, Nathércia da Cunha Silveira, Antonietta de Barros, Almerinda Gama, Jerônima Mesquita, Maria Luisa Bittencourt, Alzira Teixeira Soriano, Carlota Pereira de Queiroz, Josefina Álvares de Azevedo, Carmen Portinho, Elvira Komel, Amélia Bevilacqua, Isabel de Sousa Matos e diversas outras mulheres que participaram de tão importante conquista.
Gratidão!
Via A lanternaForam muitas as mulheres que lutaram pela conquista deste direito: Julia Barbosa, Bertha Lutz, Leolinda Daltro, Celina Vianna, Nathércia da Cunha Silveira, Antonietta de Barros, Almerinda Gama, Jerônima Mesquita, Maria Luisa Bittencourt, Alzira Teixeira Soriano, Carlota Pereira de Queiroz, Josefina Álvares de Azevedo, Carmen Portinho, Elvira Komel, Amélia Bevilacqua, Isabel de Sousa Matos e diversas outras mulheres que participaram de tão importante conquista.Gratidão!Via A lanterna


martinho da vila sambas de roda partido alto

Chiquinha Gonzaga: Lua Branca / Ô Abre Alas / Gaúcho / Annita / Meditação

Aquarela do Brasil - Gal Costa

Samba

O Samba surgiu da mistura de estilos musicais de origem africana e brasileira. As raízes do Samba foram fincadas em solo brasileiro na época do Brasil Colonial, com a chega da mão-de-obra escrava. Na década de 30 do século XX, as estações de rádio em plena difusão pelo Brasil, passam a tocar os sambas para os lares. Os grandes sambistas desta época foram Noel Rosa, Cartola, Doryval Caymmi, Ary Barroso e Adorinan Barbosa. O Samba também ganhou popularidade com as cantoras Chiquinha Gonzaga e Carmem Miranda.
O samba baiano é influenciado pelo lundu e o maxixe que deu origem a lambada.

Tipos de Samba

Samba-enredo: Surge no Rio de Janeiro durante a década de 30. O tema está ligado ao assunto que a escola de samba escolhe para o ano de desfile.

Samba de partido alto: Com letras improvisadas, falam sobre a realidade dos morros e das regiões mais carentes. É o estilo de Martinho da Vila e Zeca Pagodinho.

Pagode: Nasceu na cidade do Rio de Janeiro nos anos 70. Tem um ritmo repetitivo e utiliza instrumentos de percussão e sons eletrônicos. Espalhou-se rapidamente  pelo Brasil graças as letras simples e românticas. Principais grupos: Fundo de Quintal e Exaltasamba.

Samba-canção: Surge na década de 20, com ritmos lentos e românticos. Exemplo: Ai, Oiô (1929) de Luiz Peixoto.

Samba Carnavalesco: Marchinhas e sambas feitos para dançar e cantar nos bailes carnavalescos.

Samba- exaltação: Com letras patrióticas e ressaltando as maravilhas do brasil, com o acompanhamento de orquestra. Exemplo: Aquarela do Brasil e Ary Barroso.

Samba de breque: Este estilo tem momentos de paradas rápidas, onde o cantor pode incluir comentários, muito deles em tom crítico ou humorístico. Um dos mestres deste estilo é Moreira da Silva.

Samba de gafieira: Foi criado na década de 1940 e tem acompanhamento de orquestra. Rápido e muito forte na parte instrumental, é muito usado nas danças de salão.

Sambalanço ou samba-rock: Surgiu nos anos 50 em boates de São Paulo e Rio de Janeiro. Recebeu uma grande influência do jazz. Um dos mais significativos representantes do sambalanço é Jorge Benjor, que mistura elementos de outros estilos.

Maxixe - Cia Conexão Arte

História da Música Brasileira - Cap. 1. Introdução & primeiros tempos da...

Lundu

História da Música Brasileira

Música Brasileira- origem

Os gêneros musicais brasileiros surgiram da fusão de elementos melódicos e rítmicos europeus, africanos e indígenas. Quando as terras brasileiras eram habitadas unicamente por indígenas, a música se resumia a seus cantos típicos e sons tribais. Com a colonização a influência musical européia torna-se predominante. Com a vinda dos escravos africanos, veio também o Lundu, que possuía um caráter fortemente sensual e uma batida rítmica dançante.

Jesuítas
Os padres introduziram noções básicas da música européia aos índios e lhe apresentaram os instrumentos musicais. No final do século XIX surge o Choro ou Chorinho. No início do século XX, surgem as bases do que seria o Samba.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Júri Simulado


Júri simulado:

  • Objetivo: Debater o tema, levando os participantes a tomar um posicionamento; exercitar a expressão e o raciocínio; amadurecer o senso crítico.
    Participantes:
    Juiz: dirige e coordena as intervenções e o andamento do júri.
    Jurados: ouvirão todo o processo e no final das exposições, declaram o vencedor, estabelecendo a pena ou indenização a se cumprir.
    Advogados de defesa: defendem o “réu” (ou assunto) e respondem às acusações feitas pelos promotores.
    Promotores (advogados de acusação): devem acusar o “réu” (ou assunto), a fim de condená-lo.
    Testemunhas: falam a favor ou contra o acusado, pondo em evidência as contradições e argumentando junto com os promotores ou advogados de defesa.


    Descrição da dinâmica:

    1. Divide-se os participantes, ficando em números iguais os dois grupos - todos os participantes (exceto o juiz e os jurados) podem ser testemunhas.
    2. Os promotores devem acusar os temas abordados, a partir da realidade concreta da comunidade/bairro - município. Definir o Neoliberalismo como causa do desemprego, da fome, da violência e da miséria em que vive a maioria da população.
    3. Os advogados defendem os réus, apontando provas que justifiquem sua inocência.
    4. As testemunhas devem colaborar nas discussões, havendo um revezamento entre a acusação e a defesa, sendo que os advogados podem interrogar a testemunha “adversária”.
    5. Terminado o tempo das discussões e argumentações dos dois lados, os jurados devem decidir sobre a sentença. Cada jurado deve argumentar, justificando sua decisão.
    6. Avaliação e comentários de todos sobre o assunto discutido.

    *Obs.: é importante fixar bem o tema, bem como os fatos que serão matéria do julgamento. Para isso poderá haver uma combinação anterior com todas as partes, preparando com antecedência, os argumentos a serem apresentados.